“Art. 1º Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

Vamos conversar um pouco sobre as fraudes nas urnas e o que foi exposto pelo presidente Bolsonaro e o deputado Filipe barros — Relator da PEC do voto impresso — em 4 de agosto.

No artigo que escrevi, publicado no @agoranoticiasbr, já comentara sobre a necessidade de se fazer uma verificação do software das urnas antes das eleições.

É fato que, como as urnas não possuem conexão com a internet fica, impossível sua violação, no entanto, se for programada de modo a você votar em um candidato e ela registrar o voto para outro — fraude — a emissão de BUs (Boletins de Urnas) ao fim da votação, confirmariam os votos computados, “legalizando” assim a fraude.

Na live do presidente, ele confirmou por documentos que as urnas não foram invadidas, porém, o servidor que alimenta (insere) os códigos fontes nas urnas foi, ou seja, o software das urnas pode ter sido alterado, gerando uma contagem programada.

Na live anterior, em 29/07, o presidente apresentou alguns indícios de fraudes como a eleição para prefeito da cidade de São Paulo onde, do início ao fim, todos os candidatos apresentaram a mesma porcentagem de votos, além do apagão durante a apuração, fato confirmado pelo próprio TSE.

O que já sabemos:

_ As urnas são invioláveis;

_ O software das urnas são programáveis;

_ Servidor que programa as urnas foi invadido;

_ Houve apagão na coleta dos votos em 2020;

_ Apuração para prefeito de SP, foi atípica com candidatos mantendo a mesma porcentagem de votos do início ao fim da apuração.

Pergunto eu:

E se as urnas da cidade de SP foram programadas daquele jeito?

E se não houve invasão, sendo tudo um teatro?

E se a cidade de SP serviu como um teste para fraudar as eleições de 2022?

Vamos supor que um candidato — por ex. Celso Russomano — pedisse recontagem dos votos devido a esta atipicidade?

O TSE somaria todos os BUs, que “confirmariam” com a contagem final apurado, “legalizando” a suposta fraude e acabando com qualquer dúvida, levando todos a acreditarem que as urnas são seguras, num verdadeiro “Teatro da fraude”.

Se isto tivesse ocorrido, hoje, não estaríamos falando em voto impresso e auditável, e a turma do lado de lá, estaria segura para colocar em prática em 2022, a fraude experimental de 2020.

Por sorte, ninguém pediu recontagem dos votos, o que levaria o TSE a confirmar que as urnas “violáveis”, são seguras!

Se todo poder emana do povo, está na hora do povo ir às ruas diariamente exigir que sua vontade seja feita!

#VotoImpressoAuditavelJa #VotoImpressoAuditavelComContagemPublica

Adilson Veiga

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